Júlio César: general e estadista


Caio Júlio César nasceu no ano 100 a.C na cidade de Roma, nascia em uma família patrícia tradicional, mas que estava perdendo importância na politica romana. Seu pai também se chamava Júlio César e havia chegado ao cargo de pretor (magistrado responsável pela justiça). Mas sua maior influencia era o marido de sua tia, Caio Mário, que foi eleito cônsul em sete ocasiões. Porém Mário morreu e Roma foi ocupada por Sula (rival de Mário) que ordenou várias mortes, César escapou da lista, mas foi ordenado a separar de sua primeira esposa, ele recusou e fugiu de roma entrando assim no exército nas províncias.

De volta a Roma, conseguiu um emprego público na região da Hispânia. Quando terminou sua estadia na península ibérica voltou  a Roma onde ariscou todo o resto de sua fortuna para se eleger Pontífice Maximo, ou seja, o chefe da religião romana. A essa altura estava casada com sua segunda esposa Pompeia.  Nesse época se aproximou de Crasso, rico politico romano. César foi eleito edil, depois pretor, sendo eleito cônsul em 60 a.C.

Para consolidar seu poder, conseguiu unir Crasso e Pompeu, formando assim o Primeiro Triunvirato, com fim de seu mandato de cônsul, recebeu o governo da gália cisalpina, e com o exercito da província começa a conquista de toda a Gália. Durante a conquista, Crasso morreu em batalha na Pérsia. Pompeu que havia casado com Júlia, filha de César com sua primeira esposa, fica viúvo. Pompeu começa a se aproximar dos inimigos de Julio César.

Nesse contexto, César conquista a Gália e parte com seu exercito para Roma, Pompeu abandona a cidade, sendo assim começa a guerra civil. Na batalha final César derrota Pompeu em Pharsalos, este ultimo foge para o Egito, lá é assassinado. Quando César chega ao Egito se apaixona por Cleópatra, que torna-se sua amante.

De volta a Roma, César é proclamado ditador perpétuo e começa a governar, constrói aquedutos, pontes, templos, institui o calendário juliano, divide terras entre seus soldados, cria empregos para os homens livres romanos. Porém a elite senatorial desconfiava do novo ditador, de que ele quisesse ser rei. Sendo assim conspiraram e o mataram no senado a punhaladas, entre os assassinos estava Marco Júnio Bruto, amigo pessoal de César.

Júlio César


Cezar Silva
Professor de Historia e Pseudo Cinéfilo



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