Campo 731: As cruéis experiencias japonesas na segunda guerra mundial


          A Guerra sino-japonesa (1937-1945) foi um conflito armado entre o Japão Imperial e a República Nacionalista da China. O Japão querendo mostrar à "superioridade" de sua nação começou a tentar subjugar militarmente as outras nações do extremo oriente, invadindo a Coréia e posteriormente a China.

          Com a invasão da China, o Japão criou um campo de concentração com experiências com humanos, onde geralmente as cobaias eram os prisioneiros chineses, soviéticos e filipinos. Esse campo se localizava na cidade de Harbin no nordeste da China. 

          Bem aos moldes nazistas, lá foram feitas grandes atrocidades, como vivissecção, ou seja, dissecação de pessoas vivas. Havia também experienciais com temperaturas muitos baixas e muito elevadas, alta e baixa pressão atmosférica, de armas de fogo, doenças, enfim eram submetidos a todos os tipos de torturas. 
         
          Essa Unidade ficou conhecida como campo 731, sob o comando do General Shirō Ishii. esse campo de concentração conseguiu ceifar mais de 200 mil vidas. O campo foi fechado com o fim da segunda guerra mundial, o novo governo japonês com apoio dos Estados Unidos (que teve acesso aos dados das pesquisas) tentou encobrir os fatos. Com o tempo começaram a se ouvir relatos de pessoas, inclusive de soldados americanos que foram cobaias do general Ishii. E em 1989 foram desenterrados vários cadáveres, desse modo, o governo japonês não conseguiu mais negar a sua existência.  

       Há um filme que relata essas torturas, com o titulo de  Hei tai yang 731 (no Brasil: Campo 731: Bactérias, a maldade Humana) que é uma película bastante difícil de ser assistida por conter cenas pesadas e com violência gráfica explicita, porém é recomendada para quem quer se aprofundar nesse tema. 

        




Cezar Silva 
Professor de História e Pseudo Cinéfilo 

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